André Fonseca, de apenas 15 anos, foi emboscado à saída de casa, na Amadora. PJ deteve dois homicidas.

Tragédia na Amadora: jovem de 15 anos morto em emboscada à saída de casa
A cidade da Amadora acordou em choque após a confirmação da morte de André Fonseca, um jovem de apenas 15 anos, que foi brutalmente assassinado numa emboscada à saída da própria residência. O crime, que ocorreu em plena via pública, está a causar profunda consternação na comunidade local e reacendeu o debate sobre a violência juvenil em Portugal.
Segundo informações apuradas, André terá sido surpreendido por dois indivíduos no momento em que saía de casa. O ataque foi rápido e violento, não dando qualquer hipótese de defesa à vítima. O jovem ainda foi assistido no local, mas acabou por não resistir à gravidade dos ferimentos.
A investigação ficou a cargo da Polícia Judiciária, que, após diligências intensivas, conseguiu identificar e deter dois suspeitos, agora fortemente indiciados pela prática do crime de homicídio. As detenções ocorreram poucas horas depois do ataque, evitando a fuga dos alegados autores.
De acordo com fontes próximas da investigação, tudo indica que o ataque terá sido premeditado, estando a hipótese de emboscada praticamente confirmada pelas autoridades. Estão ainda a ser analisadas eventuais ligações entre a vítima e os suspeitos, bem como as motivações por detrás do crime, não sendo excluídas questões relacionadas com conflitos pessoais ou ambientes de risco juvenil.
A escola frequentada por André já manifestou pesar pela morte do aluno, tendo sido prestado apoio psicológico a colegas e professores. Também vários moradores da zona se mostram revoltados e incrédulos, descrevendo o jovem como tranquilo e sem histórico de problemas conhecidos.
O caso continua sob investigação e os suspeitos deverão ser presentes a tribunal para primeiro interrogatório judicial, onde serão decididas as medidas de coação.
A morte de André Fonseca junta-se a uma série de episódios trágicos que têm marcado o país e levanta sérias preocupações sobre a segurança dos mais jovens, sobretudo em contextos urbanos. A comunidade exige agora justiça — e respostas.











