Aos 83 anos, revelação sobre Carlos Cruz deixa todos em lágrimas: “É o…

Marta fez questão de recordar o percurso profissional de Carlos Cruz, sublinhando a influência marcante que teve na televisão portuguesa ao longo das décadas de 80 e 90. Descreveu-o como “uma figura que deixou marca em várias gerações” e destacou-o como “o maior apresentador que o país conheceu”. Na sua mensagem, lembrou ainda a presença constante do pai na vida dos portugueses, afirmando que foi alguém que “entrou diariamente em tantas casas” e que acabou por “dar identidade e sentimento a uma era inteira da televisão nacional”.
Para lá da imagem pública, a empresária quis também revelar o lado mais íntimo do pai. Se para o público era visto como “um profissional confiante, respeitado e brilhante”, em casa sempre foi, segundo Marta, “um homem simples, íntegro e presente à sua maneira”, longe das luzes e das câmaras.
Continua depois da publicidade
A educação recebida e os valores transmitidos ocuparam um lugar central nesta homenagem. Marta frisou que muito do que aprendeu não veio de discursos, mas do exemplo diário, assegurando que o verdadeiro legado do pai ultrapassa largamente a sua carreira televisiva.
A reflexão sobre o passar do tempo surge também com emoção. Reconhecendo que “os anos avançam e o corpo abranda”, Marta reforça que aquilo que permanece é o legado — não apenas pelas conquistas profissionais, mas sobretudo pelo significado profundo que Carlos Cruz tem para quem o ama.
A mensagem termina com palavras carregadas de afeto e gratidão: “Enquanto houver tempo, existe gratidão. Enquanto houver vida, há homenagem”. Marta explica ainda que esta declaração surge agora de forma espontânea, porque “o meu amor não precisa de datas nem de calendário”.










