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Leonor Beleza apoia Seguro “sem reservas” e alerta para os riscos de um candidato radical

Leonor Beleza declarou publicamente o seu apoio “sem reservas” a António José Seguro, numa tomada de posição clara contra aquilo que classificou como um candidato radical ao mais alto cargo do Estado.

A antiga ministra sublinhou que o momento político que o país atravessa exige responsabilidade, equilíbrio institucional e respeito pelos valores democráticos. Na sua perspetiva, a eleição presidencial não deve ser encarada como um protesto, mas como uma escolha consciente sobre o tipo de liderança que Portugal precisa num contexto de desafios económicos, sociais e internacionais.

Leonor Beleza destacou o percurso de António José Seguro, lembrando a sua experiência política, o perfil moderado e a capacidade de diálogo. Para a antiga governante, essas características são fundamentais para um Presidente da República que tenha como missão unir o país, garantir estabilidade e funcionar como árbitro num sistema democrático plural.

Sem mencionar nomes diretamente, Beleza deixou críticas implícitas a discursos que considera excessivamente polarizadores, afirmando que a radicalização política representa um risco para a coesão social e para a credibilidade das instituições. Defendeu ainda que o Presidente deve ser uma figura de serenidade, capaz de ouvir diferentes sensibilidades e de respeitar os limites constitucionais do cargo.

A declaração surge num momento em que a campanha presidencial começa a ganhar intensidade e em que várias figuras históricas da política portuguesa começam a posicionar-se publicamente. O apoio de Leonor Beleza é visto como relevante dentro do espaço político moderado, reforçando a ideia de que parte do centro político procura fechar fileiras em torno de um candidato considerado consensual.

Com esta posição, Leonor Beleza junta-se a outras vozes que alertam para os riscos de uma Presidência marcada pelo confronto permanente e pela retórica extrema. Para a antiga ministra, a escolha do próximo Presidente deve ser feita com sentido de Estado e não com base em impulsos ou discursos de rutura.

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