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Pedro Passos Coelho: FARTO! Filha cr..

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Pedro Passos Coelho tem estado afastado da política ativa desde 2018, altura em que deixou o Parlamento e a liderança do PSD. A decisão esteve ligada sobretudo a razões pessoais e familiares. Desde então, manteve uma presença pública discreta, dedicando-se à vida académica e a intervenções ocasionais em conferências.

Recentemente, voltou a surgir no debate público após participar num evento onde comentou a situação política do país. Algumas das suas declarações foram interpretadas como sinais de que poderá não excluir totalmente um eventual regresso. No entanto, não houve qualquer anúncio formal de candidatura ou intenção concreta de voltar à liderança partidária ou disputar eleições.

Em suma, fala-se na possibilidade de regresso porque Passos Coelho voltou a intervir publicamente com mais visibilidade, mas, até ao momento, trata-se apenas de especulação — não existe confirmação oficial de que esteja a preparar um retorno à política ativa.

 Sempre que surgem momentos de instabilidade interna no PSD ou dúvidas quanto à liderança do espaço político à direita, o nome de Pedro Passos Coelho volta ao debate público. Para alguns setores do partido e do eleitorado, ele continua a ser visto como uma figura com experiência governativa e capacidade de afirmação ideológica.

Ao mesmo tempo, há também quem recorde que o seu período como primeiro-ministro ficou fortemente marcado pelas medidas de austeridade aplicadas durante a intervenção da troika, entre 2011 e 2015. Essa herança política continua a dividir opiniões: para uns representa firmeza e responsabilidade num momento difícil; para outros, está associada a cortes profundos e desgaste social.

Outro fator relevante é o silêncio estratégico que tem mantido ao longo dos anos. Ao não assumir um “não” definitivo e ao aparecer pontualmente em momentos políticos importantes, Passos Coelho preserva margem de manobra. Contudo, uma coisa é a interpretação mediática; outra é a decisão real de regressar, que implicaria reconstruir uma base política interna e assumir um projeto claro para o país.

Até agora, o cenário mais provável continua a ser o de participação pontual no espaço público — através de conferências, opiniões ou intervenções ocasionais — sem um envolvimento direto em disputas eleitorais. Ainda assim, na política portuguesa, mudanças rápidas de contexto podem alterar expectativas.

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