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Portugal acordou consternado com a notícia do aparecimento de um corpo no rio Mondego, junto à zona da Câmara Municipal da Figueira da Foz. A ocorrência, registada na manhã de quarta-feira, gerou forte comoção na cidade, tanto pela localização central como pela rápida mobilização de meios de emergência e segurança.

O alerta foi dado por um cidadão que caminhava na margem do rio e reparou em algo a flutuar próximo da zona ribeirinha. Perante a suspeita de se tratar de um corpo humano, contactou de imediato as autoridades, que acionaram os meios de socorro.

Para o local foram mobilizados elementos do Comando Local da Polícia Marítima da Figueira da Foz, no âmbito da Autoridade Marítima Nacional, bem como a equipa da VMER do Instituto Nacional de Emergência Médica. Os Bombeiros Voluntários e os Bombeiros Sapadores da Figueira da Foz também estiveram envolvidos nas operações de resgate e apoio.

Apesar da resposta rápida e coordenada, a vítima já não apresentava sinais vitais quando foi retirada da água. O óbito acabou por ser declarado no local pela equipa médica, não havendo possibilidade de reverter a situação.

Por razões de privacidade, a identidade não foi tornada pública. As autoridades confirmaram apenas que a vítima era residente no concelho da Figueira da Foz, tendo a família sido informada pouco tempo depois do resgate.

Após a recuperação do corpo, a zona foi isolada para permitir o trabalho das autoridades competentes. A investigação ficou a cargo da Polícia Judiciária, que está a apurar as circunstâncias em que a vítima poderá ter caído ao rio Mondego. Entre as diligências em curso estão a análise de imagens de videovigilância e a recolha de eventuais testemunhos.

De acordo com informações preliminares, não existem indícios claros de crime, sendo a hipótese mais provável a de uma queda acidental. Ainda assim, todas as possibilidades continuam a ser avaliadas até à conclusão da investigação.

A área onde ocorreu o achado é bastante frequentada por residentes e visitantes, o que volta a levantar preocupações sobre a segurança nas margens do rio. Nos últimos anos, têm sido registadas quedas acidentais, sobretudo envolvendo pessoas mais vulneráveis, o que reforça os apelos ao aumento de medidas preventivas.

No final das diligências iniciais, foi confirmado que a vítima era uma mulher de 80 anos.

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